sexta-feira, 31 de outubro de 2014
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Presidente do TRE-AL acusa PT de coagir eleitor
28 de outubro de 2014 • 21h55 • atualizado às 21h56
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/alagoas/presidente-do-tre-al-acusa-pt-de-coagir-eleitor,9cae036a52959410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html
A presidente do Tribunal Regional Eleitoral e desembargadora do Tribunal de Justiça de Alagoas, Elisabeth Carvalho Nascimento postou em seu perfil no Facebook que o PT ameaçou e coagiu os "analfabetos e miseráveis do Bolsa Família". Após a repercussão na imprensa, o perfil foi deletado.
Além da acusação, a desembargadora se mostrou decepcionada pela vitória da presidente Dilma Rousseff (PT). Após elencar os fatos que, segundo ela, os eleitores "esclarecidos" não teriam levado em consideração antes de votar, finalizou: "esqueceram de tanta coisa ruim desse desGoverno, que só chego à uma conclusão: os esclarecidos esqueceram deles mesmos".
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/alagoas/presidente-do-tre-al-acusa-pt-de-coagir-eleitor,9cae036a52959410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html
A presidente do Tribunal Regional Eleitoral e desembargadora do Tribunal de Justiça de Alagoas, Elisabeth Carvalho Nascimento postou em seu perfil no Facebook que o PT ameaçou e coagiu os "analfabetos e miseráveis do Bolsa Família". Após a repercussão na imprensa, o perfil foi deletado.
Além da acusação, a desembargadora se mostrou decepcionada pela vitória da presidente Dilma Rousseff (PT). Após elencar os fatos que, segundo ela, os eleitores "esclarecidos" não teriam levado em consideração antes de votar, finalizou: "esqueceram de tanta coisa ruim desse desGoverno, que só chego à uma conclusão: os esclarecidos esqueceram deles mesmos".
domingo, 26 de outubro de 2014
sábado, 25 de outubro de 2014
Lula sabia de esquema na Petrobras desde 2005, diz doleiro preso pela PF.
MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO
25/10/2014 02h00
O doleiro Alberto Youssef disse em sua delação premiada que soube que o então presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teve conhecimento do esquema de propina na Petrobras após a eclosão da crise do mensalão, em 2005.
Lula, segundo o relato do doleiro, procurou o presidente do PP à época, José Janene, para discutir como acalmar os deputados do partido, descontentes com a perda do financiamento ilícito que recebiam via mensalão.
O doleiro afirmou em seu depoimento que a presidente Dilma Rousseff também tinha conhecimento do esquema de desvios de recursos.
As citações a Dilma e a Lula foram reveladas pela 'Veja'.
As citações a Dilma e a Lula foram reveladas pela 'Veja'.
Duas pessoas que acompanham a investigação confirmaram à Folha que Youssef mencionou a atual e o ex-presidente em depoimentos. Ele foi mais citado do que ela, segundo estas fontes.
A revista "Veja" ainda diz que o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli ordenou o pagamento de R$ 1 milhão a uma agência de publicidade que ameaçava revelar o esquema.
Gabrielli, em nota, negou com veemência a acusação.
O esquema da Petrobras é apontado por procuradores da Operação Lava Jato, que investiga esquema de lavagem de dinheiro envolvendo a estatal, como sucessor do mensalão.
Youssef era próximo de Janene, que morreu em 2010, e do próprio PP. O doleiro nasceu na mesma cidade de Janene, em Londrina (PR), e herdou negócios do parlamentar, como ele mesmo contou aos procuradores.
O PP aderiu à base aliada do governo Lula em 2003 e recebeu R$ 4,1 milhões durante o mensalão, esquema de compra de apoio de parlamentares operado pelo publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza.
A revelação do esquema do mensalão, feita pela Folha em junho de 2005, implodiu o esquema de compra de apoio do PP.
O PT, à época, tinha outros problemas com seu aliado. A ameaça do PP de deixar a base aliada era tão grande que, em junho de 2005, o governo entregou um ministério para o partido, o das Cidades.
Foi o PP que indicou Paulo Roberto Costa à diretoria de abastecimento da Petrobras em 2004, cargo que o executivo ocupou até 2012.
O ex-diretor, também investigado na Lava Jato, disse à Justiça que sabia que havia sido colocado no cargo para fazer operações que irrigariam o PP, que ficava com 1% do valor de contratos, e o PT, que ficava com 2%.
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
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